Publicado em Histórias Lindas

Sobre ser melhor do que você mesmo

19 de outubro de 2020

Sobre ser melhor do que você mesmo

Esse final de semana foi marcado por recordes em corridas de longa distância. A queniana Peres Jepchirchir percorreu os 21Km em Gdnia, Polônia, em 1h05min16s. E sabe o que foi mais incrível: o recorde anterior também era dela (1h05min34s). Em entrevista, Peres declarou "Meu objetivo era vencer a corrida. Eu não esperava bater o recorde mundial, mas percebi que isso poderia acontecer quando passamos dos 20Km. Estava ventando um pouco, mas o percurso foi bom para mim". Mesmo em um ano com pandemia, interrupções dos treinos, a queniana fez o seu melhor. E, com isso, superou sua própria marca e nos ensina que: condições perfeitas não existem; que você pode superar você mesmo seja batendo um recorde, enfrentando um medo ou resolvendo um problema; adversidades nos fazem crescer; e que o maior inimigo que temos somos nós mesmos.
Então, façamos o que nos diz o filósofo Mário Sérgio Cortella :"Faça o seu melhor, na condição que você tem, enquanto você não tem condições melhores, para fazer melhor ainda!"

Mais uma semana começando, mais oportunidades de sermos melhores do que nós mesmos!

Boas, felizes, lindas e respeitosas corridas!

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Começar a correr aos 68 anos é possível?

15 de outubro de 2020

Começar a correr aos 68 anos é possível?

Você já imaginou o que fará quando se aposentar?

Ginette Bedard tem atualmente, 86 anos. A corrida entrou em sua vida um pouco antes de se aposentar, aos 68 anos. Bedard trabalhava no aeroporto de Nova York naquela época e numa conversa com um colega de trabalho ela comentou que adoraria correr, mas que pensava que não conseguiria. E, o colega perguntou a ela "o que você tem a perder"? Foi naquele momento que ela decidiu entrar para o mundo da corrida, aos 68 anos, numa prova de 10Km. Assim, ela passou a organizar sua rotina para correr e muitas vezes era preciso acordar as 3h30min para treinar e depois trabalhar.

Em 2006, aos 72 anos, Ginette bateu o recorde para sua idade na Maratona de Nova York, completando a prova em 3:46:33.

Bedard corre todos os dias, faça chuva ou faça sol. Ela afirma,: "Se estiver frio é só colocar mais roupa. Não tem desculpa". Moradora de Nova York, a francesa percorre as ruas da cidade e corre entre 10 a 13 milhas diariamente. E qual é o segredo de tudo isso? Para Ginette é o equilíbrio: ela não usa suplementos, se alimenta de forma equilibrada, bebe seu vinho e saboreia seu sorvete. E faz questão de ressaltar que ainda cabe no biquíni que usava aos 18 anos. Ao cruzar a linha de chegada ela experimenta aquela sensação que os corredores entendem bem: uma felicidade imensa, misturada a uma euforia e naquele lampejo de gratidão Bedard faz um verdadeiro ritual "Levanto minhas mãos e digo Merci, Mon Dieu"!

E você, já experimentou a euforia que um treino ou uma linha de chegada proporcionam num dia de sua vida?

Boas, felizes, lindas e respeitosas corridas!

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Correr maratona é só para jovens?

12 de outubro de 2020

Correr maratona é só para jovens?

Você já pensou até quando deseja correr? Já se imaginou correndo todas as edições de uma prova? Nessa foto estão reunidos os Maratonistas Honorários da Maratona de Helsinki 2020: eles correram todas as edições desta prova. Desde 1981, ano da primeira edição, esses senhores se desafiam a correr os 42,195 da Maratona de Helsink. Esse ano a prova, que seria realizada em maio, foi transferida para Outubro por causa da pandemia do Covid-19.
@helsinkicitymaraton tem em seu percurso passagem pelo centro da cidade, alguns quilômetros com vista para o mar Baltico, além de ser realizada num clima ameno e terminar dentro do Estádio de Helsink.
Esse ano a prova foi diferente e adaptada a realidade do momento: houve restrição do número de participantes e protocolos de higiene e segurança. Um desses protocolos foi a restrição de pessoas nos quilômetros finais da prova e especialmente na linha de chegada. Assim, desse "novo jeito", no dia 03 de outubro, Curt Sandberg, Pekka Ropponem, Juha-Heikki Passanem, cruzaram a linha de chegada desta prova pela quadragésima vez. Em um ano em que praticamente não tivemos provas por conta da pandemia, em que tem sido desafiador manter o foco nos treinos, esses veteranos nos deixam algumas lições: o tempo vai passar de qualquer jeito você fazendo o que deseja ou não; o limite para realizar algo está dentro de você; a longevidade está associada a prática regular de exercícios físicos (veja que eles fizeram isso nos últimos 40 anos). Cada uma das 40 edições tem uma história repleta de memórias e de aprendizados e esses veteranos participaram dessa construção, construindo a história da prova e a sua própria história. Que privilégio nosso poder viver pra ver e aprender com eles, não é mesmo?

E você, até quando deseja correr? O que você tem feito para construir a sua história?

Boas, felizes, lindas e respeitosas corridas!

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Sempre há uma escolha a fazer

08 de outubro de 2020

Sempre há uma escolha a fazer

Catra Corbett é ultramaratonista. Tem um site catracobertt.com e nele divulga sua história e suas ideias: mexa seu corpo, coma plantas e construa pensamentos positivos. É uma das poucas mulheres que ja correu 161Km mais de 150 vezes. Mas, Catra conheceu o outro lado da vida. Um lado que coleciona vivências degradantes: foi viciada em drogas, teve relacionamentos abusivos, desenvolveu distúrbios alimentares e teve passagem pela prisão. E onde a corrida entra nisso? Quando pequena, seu pai corria e dizia a ela o quanto corredores de longa distância têm a capacidade de suportar a dor e fazer coisas verdadeiramente admiráveis. Ali estava uma ideia que veio a tona depois de toda dor e sofrimento pelo qual Catra passou. Catra descobriu na corrida uma nova forma de viver. A primeira vez que saiu pra correr, fez 10Km e em três meses correu sua primeira maratona. Logo depois estava no mundo das ultramaratonas. Quando alguém se aproxima e diz que ela está viciada em corrida, ela responde:

"Não me sinto presa numa corrida como me sentia presa nas drogas. Eu não tenho que correr. Eu escolho correr. E essa escolha faz toda diferença".

Vamos escolher e fazer a diferença em nossas próprias histórias?

Boas, felizes, lindas e respeitosas corridas!

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