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O grandioso Vanderlei Cordeiro

22 de fevereiro de 2021

O grandioso Vanderlei Cordeiro

O garoto de Cruzeiro do Oeste aos 8 anos já trabalhava na lavoura para ajudar no sustento da família. Corria nas atividades na escola e começou a correr, mais tarde, pelo incentivo do professor de Educação Física. Como trabalhava o dia inteiro na lavoura, o único jeito de treinar era voltar do trabalho para casa correndo ao final do dia. Corria por estradas de chão e por roças, afinal era a "pista" que tinha para isso. Tênis para correr ele também não conhecia. Quando perguntam para Vanderlei qual é o segredo, ele diz que não tem segredo, tem trabalho, planejamento e treino. Vanderlei tinha o desejo de viajar para conhecer lugares (algo difícil para ele de outra forma naquela época) através da corrida. E conheceu. Sua conquista na Maratona dos Jogos Olímpicos de Atenas, foi verdadeiramente inspiradora. A cena do quilômetro 36, quando o Padre Irlandês, atravessa o caminho do atleta, foi um obstáculo da prova. Vanderlei liderava a prova quando isso aconteceu. Mas, como ele mesmo diz, "o filme" que ele tinha na cabeça entrando no estádio de Palatinaico em Atenas, o fez continuar. Vanderlei entrou no estádio em Atenas e foi ovacionado pela multidão. Assim, Vanderlei entrou para a história como o primeiro medalhista em uma maratona olímpica. Outra grande vitória foi na Maratona de Tóquio (1998), com o tempo de 2h08min38s, melhor tempo de um sulamericano em maratonas. A participação na Olimpíada Rio 2016 também ficou marcada na vida do atleta: subir os degraus para acender a pira olímpica foi como lembrar cada etapa de sua vida para chegar até ali. O atleta destaca que sempre olha o lado positivo da vida com o foco na esperança. Gratidão, Vanderlei, pelo exemplo e pela inspiração que és. Obrigada por nos ensinar que o esporte é o caminho para transformar a vida das pessoas. Obrigada por nos mostrar que garotos que correm em lavouras podem correr pelo mundo.

Boas, felizes, lindas e respeitosaa corridas!

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Essa é Jeannie Rice

22 de fevereiro de 2021

Essa é Jeannie Rice

Essa é Jeannie Rice. Ela tem 71 anos e é maratonista. A corrida entrou em sua vida aos 35 anos. Na época o objetivo era perder peso e atualmente, Jeannie trabalha para bater seus próprios recordes. Já participou de mais de 1000 provas e coleciona o recorde mundial para sua faixa etária para a Meia Maratona (1:37:07) e para a Maratona (3:24:48). Jeannie estreou em Boston em 1984 e desde então, participou de todas as edições dessa prova. Além disso, Rice afirma que não fica dolorida após suas maratonas e que nunca teve lesões. Para manter essa performance ela destaca que se dedica muitos aos treinos. Corre pela manhã, antes mesmo do sol nascer e diz que assim está pronta para o seu dia. Segue uma alimentação balanceada e treina sua mente com jogos mentais durante os treinos e as provas, tirando o foco daquilo que não tem controle, como o percurso, por exemplo. Destaca a importância da persistência como fator de evolução nos seus treinos e diz que correr é sua vida. Pontua ainda que estabelecer metas é importante para planejar os treinos "As minhas ficam penduradas na geladeira para eu olhar todos os dias". Jeannie tem como propósito inspirar as pessoas de sua idade e as mais jovens a transformarem seus hábitos e sairem do sedentarismo. Sua neta já corre e participa de meia maratona, com o incentivo dela. Como não se motivar com uma avó dessas, não é mesmo? Gratidão, Jeannie, pela inspiração que és para as pessoas. Obrigada por nos mostrar que "idade" é algo relativo. Obrigada por nos ensinar que nunca é tarde para buscar o nosso melhor. Obrigada por nos relembrar que nunca é tarde para realizar sonhos.

Bora escrever suas metas e planejar seus sonhos?

Boas, felizes, lindas e respeitosas corridas!

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O que impossível para você?

15 de fevereiro de 2021

O que impossível para você?
Gene Dykes tem 72 anos. Na adolescência teve contato com a equipe de atletismo da universidade na qual estudava, mas não era rápido o bastante para as provas curtas. Depois, passou a jogar golf e boliche. Aos 58 anos resolveu realizar mais um desejo de sua lista: correr uma maratona. A estreia foi muito boa, percorreu os 42,195Km em 3:43min. E, de lá para cá, a trajetória foi incrível. Em 2018, aos 70 anos, ele correu a Maratona de Jacksonville em 2:54:12, estabelecendo um novo recorde para a faixa etária 70-74 anos. Embora o recorde não tenha sido reconhecido pela IAAF, Gene diz o seguinte: "Isso não é o mais importante.

O principal é estabelecer uma meta e realizá-la". Além das metas, Gene buscou orientação de um treinador e afirma que ter começado correr mais tarde ajudou seu corpo responder dessa forma hoje. Ele usa as provas de ultramaratonas, especialmente, provas Trail, como base para sua preparação para as maratonas. Seu volume de treino semanal varia de 50 a 160 quilômetros e seu treinador faz a variação entre treino curtos de velocidade e outros de rodagem.

Dykes tem como objetivo principal inspirar pessoas de sua idade a sairem da zona de conforto e declara "Apenas corra. Não se limite a uma distância, experimente de tudo". Gratidão, @genewdykes , por nos mostrar que nunca é tarde para começar.

Obrigada por nos ensinar que com a orientação correta, podemos encontrar a nossa melhor forma. Obrigada por nos mostrar que o impossível é uma questão de relatividade.

Bora lá, construir nosso "impossível", a cada dia?

Boas, felizes, lindas e respeitosas corridas!
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Quinta-feira merece uma história inspiradora, não é mesmo?

15 de fevereiro de 2021

Quinta-feira merece uma história inspiradora, não é mesmo?

Quinta-feira merece uma história inspiradora, não é mesmo?

Adriana Aparecida da Silva, não tem fé apenas no nome, tem fé na vida. Uma infância marcada pela dificuldade, trouxe o trabalho como um imperativo para a trajetória dela. Na cidade de Cruzeiro, ela dividia a vida com a família na batalha diária para garantir o essencial. Aos 9 anos de idade já trabalhava como empregada doméstica. Na primeira corrida que participou ganhou como prêmio 50 reais, que viraram um presente maior ainda. Com esse dinheiro, ela levou a mãe ao mercado para fazer uma compra usando o carrinho, realidade até então desconhecida pela família. Nessa mesma corrida ela usou um sapato, o único que tinha para correr.

O esporte trouxe para Adriana inúmeras conquistas: bicampeonato panamericano, com direito a recorde no Pan de Toronto (2h35min40s), inúmeras maratonas vencidas no Brasil e a participação em jogos olímpicos.

Nunca gostou das provas curtas e a maratona, a senhora das distâncias, é a sua prova. É aquela que exige tudo do atleta, que lida com a dor, com a exaustão, com os limites do corpo e da mente. Adriana não é só maratonista, ela é a número 1 no ranking brasileiro dos maratonistas. Assim como na maratona, Adriana lidou com a dor da fome, com a vontade de desistir, com as adversidades da vida. Sua vitória, Adriana, é a nossa vitória.

É a vitória que o esporte pode fazer na vida das pessoas. Gratidão, @adrianamaratona , por nos ensinar que adversidades fortalecem o corpo criam mentes determinadas. Obrigada por nos mostrar que correr 42,195Km é muito mais do que ganhar uma medalha. Obrigada por nos mostrar que o esporte transforma vidas e que a persistência é capaz de construir vencedores com as condições que eles tiverem.

E você, já experimentou a maravilha que é se transformar através do esporte?

Boas, felizes, lindas e respeitosas corridas!

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